terça-feira, 12 de julho de 2011

E a terra gira

Domingo, depois de duas semanas de atraso, meus irmãos finalmente conseguiram ir pra Nova Zelândia. Foi foda. Um porque eu já estava bem contente com a ideia do meu mano morar de novo no Brasil. Dois porque a minha maninha caçula querida de um metro e oitenta era minha parceirona. Agora os dois estão láaaa do outro lado do mundo e tenho que tocar a vida aqui.
O primeiro passo, ou rodada, foi dado. Entreguei hoje na imobiliária os papéis para alugar um apê no centro. Caiu do céu. Em frente a assembleia, é só atravessar a rua e estou lá. Chega de gastar com táxi (sim, porque o passatão se entregou faz um mês e até agora o mecânico não conseguiu arrumá-lo). Entonces, em menos de duas semanas devo estar sem carro (vou vender!!!) e de casa nova! Aos poucos o medinho de ficar sozinha e passar aperto vai dando lugar ao prazer de ter meu cantinho, com a minha cara. Uma nova fase começa. Tchau, fezes.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Compartilhem!!!


Dia 27 de Julho na Assembleia Legislativa do RS
Seminário Mídia e Deficiência: qual o papel da comunicação no processo de inclusão?
Jairo Marques, Romeu Kazumi Sassaki, representantes do Grupo RBS, grupo Record, grupo Bandeirantes, das faculdades de comunicação (FABICO, FAMECOS, ULBRA e Unisinos) e das entidades de pessoas com deficiência pela primeira vez se unem com um objetivo: acelerar a inclusão das pessoas com deficiência.

terça-feira, 28 de junho de 2011

...

Sigo em crise existencial. Será a famosa crise dos trinta?

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O trabalho começa a aparecer

Faça a Diferença é o nome do programa que Juliana Carvalho, 29 anos, apresenta há três anos na TV Assembleia. Mas bem que poderia ser um slogan da vida dessa servidora, que vem conseguindo mobilizar o legislativo gaúcho para a causa da inclusão.

Depois de ter ingressado no serviço público por meio de cotas para pessoas com deficiência, em 2004, a publicitária que vive desde os 19 anos em uma cadeira de rodas – em consequência de uma inflamação na medula provocada por lúpus – não se conformou em trabalhar como técnica na ouvidoria. Ciente de suas capacidades, batalhou até conseguir ser transferida para a TV. Vencido o desafio pessoal, hoje trabalha para transformar toda a Assembleia. Com apoio da presidência da Casa e de outras parcerias, liderou neste ano a criação de um grupo de trabalho sobre o tema e agora está envolvida no planejamento de uma série de iniciativas, como a semana de valorização da pessoa com deficiência, que será realizada em agosto e terá desde desfiles de moda inclusiva até a demonstração de esportes paraolímpicos na rampa da Assembleia. Para ajudar na sensibilização, são realizadas vivências práticas. Até o superintendente-geral da Assembleia, Ricardo Haesbaert, já percorreu a Casa em uma cadeira de rodas e foi vendado para passar pela experiência.

– Nossa ideia é transformar a Assembleia em um modelo de instituição pública inclusiva. Isso não é favor, não é caridade. É lei, é direito – diz Juliana, destacando conquistas como a lei da acesssibilidade.
Fonte: Zero Hora - Porto Alegre/RS - EDIÇÃO IMPRESSA - 19/06/2011


Juliana está em um estúdio de TV, tem duas câmeras voltadas em sua direção.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Despedida da minha mana Vivi


Chuif...
Vai ser bom demais pra ela, mas... Chuif... Já tô com saudade!

Hope

Trabalhando um mooonte, mas por uma boa causa. Breve os resultados devem aparecer. Que motivo pode ser mais forte do que a esperança para nos mover?
Estou implementando um programa chamado Assembleia Inclusiva aqui na AL RS. A meta é alta, tornar a instituição um exemplo de instituição pública inclusiva. Para isso, estou fazendo um trabalho de formiguinha, conversando e sensibilizando os diretores de cada departamento. Essa função toda até faz eu me questionar se não era de ir pra política. será que alguém votaria em mim? "Eu prometo que se for eleita..."

sábado, 11 de junho de 2011

No vida e saúde de hoje cedo

Em pauta: sexualidade depois da lesão. Para assistir, clique aqui!